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Jazz, soul e blues em Nova York: conheça o Harlem

Harlem


Quem vai a Nova York precisa obrigatoriamente passear pelo Harlem, não só pela história que reside em cada esquina do bairro, mas por toda a efervescência cultural presente nos dias de hoje. O Harlem mudou com o passar dos anos e tem tido forte impacto dos jovens, que enchem a região de Manhattan com um novo ar. Sua história se mescla muito com as manifestações culturais de seus habitantes, em sua maioria afro-americanos, desde a década de 1920.

O passado remonta também a períodos de grande crise enfrentados pela cidade. Em meio à Grande Depressão econômica da década de 1920 e a desindustrialização da cidade durante a Segunda Guerra Mundial, a região também se tornou um ambiente de criminalidade e pobreza, afastando muita gente da área. Entretanto, a cara do Harlem de hoje é totalmente diferente, revitalizada pela presença de jovens que estimulam a cultura e a economia de todo o bairro.

Para quem deseja visitar uma Nova York atual e contemporânea, com suas múltiplas facetas, é imprescindível passar um tempo na parte norte da ilha. O atrativo do bairro era geralmente dominical, devido aos coros de música gospel nos grandes cultos. Entretanto, hoje em dia o foco se estende por toda a semana, com um ar que só quem é nova iorquino ou inserido nessa realidade consegue descrever.


Por lá, a ideia de um ambiente cosmopolita se vê estruturada de forma orgânica e habitual. Pelas esquinas não é estranho ouvir diferentes idiomas e discussões em um alto espanhol. A visita deve incluir o interesse pelos restaurantes e bares que surgem recentemente, com novos nomes, e comércios sendo abertos quase todos os meses. Para quem ainda está planejando a viagem, a escolha por incluir o Harlem no roteiro é certa, junto com outros pontos turísticos, que você pode conferir aqui.

A vida noturna é outro atrativo, com boas opções para varar a noite na cidade que nunca dorme. Aliado a isso está também um impulso cultural sentido nessa região, com galerias de arte, museus, exposições e jovens artistas que desejam divulgar seus trabalhos. A revitalização do bairro já está em curso há mais de uma década e opera por meio de modificações que conseguem atualizar o visual sem perder a essência desse ambiente histórico.

Afinal, o Harlem é o berço de grandes movimentos musicais e excelentes músicos, principalmente no jazz, soul, blues e hip hop. A cultura afro encontrou seu espaço de expressão e os ritmos nascidos em Nova Orleans acharam ali um grande lar e expoente. Aliados a isso também estão os fluxos migratórios que fizeram a Big Apple o que é hoje, culminando em uma atmosfera única e indescritível.

A gastronomia é um dos pontos fortes da região, com opções que já entram nos mais disputados guias de restaurantes da cidade e possui sabores autênticos trazidos com imigrantes e moradores locais. Estão inclusas nas opções boas padarias, restaurantes de alto padrão, casas de vinhos e bares para os gostos mais exigentes. É importante dedicar tempo ao Harlem com algumas horas extras tanto para visitar os corais quanto para apreciar os centros culturais e encontros, seja nos disputados domingos, seja em outros dias da semana.

O atrativo também fica por conta das ruas do bairro, que ganham uma nova cor, e as igrejas recebem filas imensas para os cultos. Os corais têm espera de até três horas para conseguir um bom lugar. Já nas ruas, é possível avistar os moradores e visitantes sempre bem vestidos, um prato cheio para quem gosta de moda e estilo. Não é raro ver senhoras usando trajes formais, homens de ternos roxos, verdes e azuis, e chapéus adornando as cabeças.

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